De Joaquim Nascimento a 17.04.2015 às 10:33
Bela memória, Poeta, de Adelino e do vosso copo de tinto, um tinto de mão em mão, como as pombinhas da Catrina e da vossa terra, um copo de tinto, sim porque ali, como na minha terra, vinho é tinto, morangueiro ou não, que agora já nem deixam fazer.
Às azeitonas do petisco eu juntava uma lasca de bacalhau cru,apetecia-me mesmo, ainda que tivesse que o passar pela mesma água com que se lavam os copos, para lhe retirar uma parte do seu sal, oh mar salgado etc.
Mas de bacalhau percebe você, Poeta, e não deixará de presentear Adelino com uma posta dele, com ovos cozidos, desta vez, em vez de fritos e umas "vagens" acabadinhas de apanhar.
Estava-se tão bem na nossa terra, Poeta!
Joaquim