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Transporte Sentimental



Segunda-feira, 16.03.15

«o peso do hífen» de onésimo teotónio almeida a armando cõrtes-rodrigues

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O título e o subtítulo do livro de Onésimo Teotónio Almeida são bem explícitos: «O peso do hífen - Ensaios sobre a experiência luso-americana». Não por acaso nas primeiras páginas do livro se inclui uma frase do presidente americano Wilson (1856-1924) sobre a importância do hífen na vida das pessoas nos EUA. Ao mesmo tempo o livro inclui a reprodução a cores do quadro famoso de Domingos Rebelo «Os emigrantes» datado de 1926 ao lado do quadro de Tomaz Vieira «Os regressantes» de 1987. Ora Domingos Rebelo foi um grande amigo de Armando Côrtes-Rodrigues e eu cometi o erro crasso de esquecer o hífen na notícia escrita muito à pressa para este Blog sobre a exposição do pintor mongol Rouslam Botiev na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, exposição sobre o «Orpheu» inaugurada a 10 de Março e patente ao público até 31 de Março. Ora o meu erro foi decalcar o erro do «JL» que na edição de 4-3-2015 e na sua página 9 coloca ao lado de uma foto de Eduardo Lourenço um postal de Mário de Sá-Carneiro a Armando Côrtes-Rodrigues. O erro crasso do autor da legenda consiste em ignorar o hífen de Côrtes-Rodrigues para além de se esquecer do acento em Côrtes. Peço desculpa aos meus poucos leitores mas tudo isto foi devido à pressa e ao facto de ter o «JL» ao meu lado. Que Portugal é um país de analfabetos já eu sabia desde os anos 60 quando descobri em Vila Franca de Xira que a D. Inocência Redol era mais considerada na Vila do que o seu irmão António Alves Redol. O Onésimo Teotónio Almeida também descobriu o mesmo na Póvoa de Varzim quando, nas famosas «Correntes de Escrita», um poeta lhe disse mais ou menos isto: «Emanuel Félix? Não sei quem é. Se fosse um grande poeta eu conhecia o seu nome…» --

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por José do Carmo Francisco às 10:05


1 comentário

De Joaquim Nascimento a 16.03.2015 às 11:23


Por mim está perdoado, Poeta, eu até acho que devíamos separar todos os nomes por um hífen e chamar-lhe tracinho, como em traços-coelho, por exemplo. Vão sendo horas de você aparecer para o almoço das segundas e para a passagem obrigatória pela mais inda alfarrabista da Baixa, digamos livreira que talvez aprecie mais quem é de Cascais.
Abraço do
Joaquim - tracinho, etc.

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